Apresentação do Plano Pastoral
O tema para este ano Pastoral 2010-2011 é feito em jeito de interrogação: “Igreja Diocesana que dizes de ti mesma?”
Foi apresentado no passado dia 30 de Outubro, no Salão da Esperança em Abrantes, o Plano Pastoral Diocesano.
Mais de uma centena de pessoas, vindas das diversas paróquias do Arciprestado V, tomaram contacto com os temas do Guião, que foram apresentados pelo Cónego Bonifácio Bernardo.
À semelhança dos anos anteriores, o Guião de 2010/2011 contém duas partes: na primeira parte o Calendário das actividades pastorais; na segunda parte os Temas de estudo para os grupos paroquiais.
A primeira parte abre com o lema que nos conduzirá: “Igreja diocesana, que dizes de ti mesma?”
Dois grandes objectivos para este ano pastoral:
Clarificar a identidade da Igreja e Esclarecer as pessoas sobre o que é o Sínodo Diocesano.
À luz deste contexto, os secretariados diocesanos, as paróquias, as comunidades, os movimentos, as associações e obras foram convidados a elaborar o respectivo programa, com os objectivos e actividades próprios, mas convergentes com os objectivos do ano pastoral. O Guião desenvolve 14 temas que visam ajudar os membros dos grupos paroquiais a alcançar os objectivos.
Nestes grupos, todos os seus elementos são chamados a contribuir para o bom fruto da reflexão pessoal e comum. De entre eles sobressai a função do Animador do grupo.
O Cónego Bonifácio Bernardo apresentou o rosto visível da Igreja Diocesana. Falou de alguns números de baptizados, de funerais, de jovens que fizeram a Primeira Comunhão, o Crisma e que celebraram o Matrimónio, dos últimos 5 anos (2004-2009), da nossa Diocese de Portalegre-Castelo Branco. Apresentou de igual modo os números dos Ministros Extraordinários da Comunhão (MEC), Ministros Extraordinários da Celebração Dominical na Ausência de Presbítero (MECDAP), das Catequistas e Catequizandos e dos Sacerdotes existentes na nossa Diocese.
Palavras Ditas
por Edmundo Lopes
No tempo de Jesus havia três Festas Anuais, que para os Judeus já vinham de tempos antigos.
No mês de Abril celebra-se a Páscoa, em honra do Senhor porque foi nesse mês, que significa “espiga” que começavam as colheitas do trigo o que acontecia em Abril.
Assim durante sete dias só se comiam pães ázimos porque foi à pressa que fugiram da escravidão do Egipto, precisamente no mês de Abib – Abril – que agora celebram.
No último dos sete dias de preceito Hebraico havia uma liturgia solene em honra do Senhor Deus e nesse dia não se fazia trabalho algum.
No Livro do Êxodo encontramos a explicação, no seu Capítulo 12, 1. Assim o mês de Abib ou Abril passou a ser para os Judeus o primeiro mês do ano.
Depois da Festa da Páscoa, celebra-se a Festa das Semanas.
Disse o Senhor: “Depois contarás sete semanas a partir do momento em que começardes a meter a foice nas searas; celebrarás então a Festa das Semanas em honra do Senhor teu Deus, com as tuas ofertas voluntárias segundo as bênçãos que Ele te tiver concedido”.
Por fim vem – cronologicamente – a Festa das Tendas ou Festa dos Tabernáculos, diz o Senhor:
“Festejaras esses sete dias em honra do Senhor, no Santuário por Ele escolhido, pois o Senhor teu Deus abençoará todos os teus bens e toda a obra das tuas mãos”.
A concluir, diz o Senhor Deus a Moisés:
“Três vezes por ano todos os varões se apresentarão diante do Senhor no Santuário, que Ele tiver escolhido, na Festa dos Ázimos ou Páscoa, na Festa das Semanas e na Festa das Tendas ou Tabernáculos”.
O Senhor prescreveu também que cada um fizesse o sacrifício que lhe fosse pedido, conforme as bênçãos recebidas.
Temos o enquadramento das Festas dentro da Lei da Antiga Aliança:
O Templo, a Lei e o Sábado.
Deus que enviou o Seu Filho para restaurar a Aliança (Antiga) que tinha feito com o Seu Povo oferece-nos por meio do Cristo, Seu Filho a nova Lei, que é a Lei do Amor (a Deus e ao próximo) que existirá para sempre, será eterna e para todos os homens de boa vontade.
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